Blog da poetisa e escritora Verônica Vincenza com conteúdos atualizados.
Poesias, crônicas e outros devaneios literários. A arte nos permite criar e desvendar mundos e submundos particulares tanto para quem escreve, quanto para quem lê.
1º COLEGIADO DE ESCRITORES BRASILEIROS Em sessão ordinária da Mesa Diretora do 1º Colegiado de Escritores Brasileiros, realizada no dia 20 de março de 2014, com presença da maioria simples dos seus Membros Dirigentes, foi lavrada em Ata relação dos literatos agraciados com o Diploma de Distinção Literária, indicados na forma regimental em 10 de dezembro de 2013, e aprovados em sessão extraordinária Registrou-se, também em Ata que, de acordo com o previsto no Art.5º do nosso Regimento Interno, a concessão desta distinção promove o laureado à condição de Acadêmico Honorário do 1º Colegiado de Escritores Brasileiros, da Litteraria Academiae Lima Barreto, garantido o direito de o laureado utilizar tal titulação em seu currículo ou em quaisquer meios para divulgação das suas obras, e o pleno gozo dos direitos inerentes previstos no Art.6º deste mesmo no dia 6 de janeiro de 2014. Regimento. Acadêmicos Honorários Seccional 1 - Ce...
A II Feira Literária de São Sebastião- DF, foi realizada no Colégio São Bartolomeu e contemplou mais de 16 escolas públicas da região. Contou com diversas atrações concomitantes e riquíssimas em âmbito cultural e de desenvolvimento para o ensino público, cada Escola se apresentou em uma sala ou no palco. No âmbito literário foram convidados alguns autores que se destacam em Brasília como: Verônica Vincenza, Iris Borges, Belchior Silvano, Robson Lobato, Clara Arregui e André Rocha. Verônica Vincenza ministrou duas palestras: uma para professores e outra para alunos reforçando a sua convicção de que a qualidade do ensino é crucial para que tenhamos um país melhor. Na palestra da manhã, a autora falou sobre como encantar a nova geração de alunos em sala de aula. Arrancou olhares entusiasmados de professoras ávidas por colocar em prática todas as informações que lhes era oferecida. E que por fim contagiou a platéia com um pouco de seu relato sobre ser mãe e escritora ao me...
Fugir de ti É como remar contra a correnteza Duvidar da certeza Do meu desejo Pensar em ti Virou poesia, vício Mera utopia Fico remoendo palavras, frases Malditas frases! E quando eu as digito Nem sempre sei o que dizer Acabo escrevendo palavras sem sentido Frases incompletas Me sufoco, fico com "nós" na garganta... Me esquivo Para não me trair em palavras E novamente eu fujo Fujo de mim, fujo de nós Verônica Vincenza
Relaxa... Na maturidade Já temos a experiência necessária Para encarar o leão Engolir fogo, Dançar conforme a música Relaxa e aproveita Ainda há muito para se fazer A vida é corda bamba É malabarismo Precisa de equilíbrio, força Relaxa e curte, se diverte Encare as feras Com a cabeça erguida Pois você já é domador A vida já ensinou muito Mas ainda há muito que aprender Relaxa, na vida tudo dá certo E se alguém, algum dia Quiser te fazer de palhaço É só não aceitar o nariz redondo Porque você é o dono do circo E de seu próprio nariz. Verônica Vincenza
No feelings No time to loose Just improve On the highest level Of continence To be alive To be you Forget the past Tomorrow is another day Live your life in peace No feelings to looking for Nothing No fear No time to loose To start living life Freely Verônica Vincenza
Em meio à fogueira das vaidades em um encontro de magos da palavra, feiticeiros do verso e andarilhos da alma o Bruxo Mor se levantou e disse: tragam a mim todas as suas magias, pois irei vê-las e a cada um darei uma nota. Todos entraram na fila trazendo não só as suas varinhas, cajados e punhais, mas também um enorme currículo de grandes feitos. Cada um foi mostrando para o outro o seu currículo com o intuito de obter palmas e elogios. Então, o mais aplaudido e elogiado entre eles, levou a sua mágica ao Bruxo Mor. Mago Yroshiro pegou sua varinha e vendo que todos estavam atentos, começou a fazer a sua mágica: transformou algumas palavras feitas em papel picado em um poema profundo, porém curto sobre o seus feitos escritos com pó de ouro em uma nuvem de fumaça. O Bruxo Mor comparou o que ele julgava ser o poema perfeito e nem se quer teve, o que julgou ser paciência, para entender a profundidade a que se referia, apontou o seu cajado e foi logo dando sua nota, como se ...
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